Por que não somos criativos?

by arlima on 24 de dezembro de 2010

Veja o artigo do Marcos Hashimoto no link abaixo. Seria interessante saber como os grupos citados no artigo abaixo chegaram nas soluções. Provavelmente não usaram nenhum “ferramenta”. Apenas brainstormings simples. Desse jeito, as estatísticas de inovações ruins só aumentam.

A solução para isso é ensinar às pessoas como inovar sistematicamente, contornando o viéses dos nossos cérebros.

Veja mais em : Por que não somos criativos?

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  • Ferdinand

    Adriano
    Outro aspecto que o artigo me apresenta é que nenhum aluno, ou professor destes MBAs, fez menção ao TRIZ, INNOVATRIX, ou mesmo ao Altshuller.
    De alguma forma este pessoal não recebeu, ou não percebeu a existência de “ferramentas”.
    Que tal apresentar casos de sucesso, mostrando um passo a passo bem “intuitivo”.

    O Hashimoto quando diz “cheguei à triste constatação que nós, cursos de MBA em geral, lamentavelmente não estamos sendo bem-sucedidos em desenvolver essas competências nos alunos. “, não estava pensando que é possível transformar qualquer aluno em exímio “inovador”. As ferramentas pode ajudar qualquer um a chegar ao nível , como diríamos , “comum”.
    Penso que para chegares ao nvel de “excelling”, tens que ter algo mais qua o completo domínio das ferramentas.

    Acabo de passear no site do INNOSCIENCE, eles representam outra “ferramenta”, mas envolvem a dita numas barreiras tais que desestimulam o interesse, desinteressado.
    Não perceberam que é do interesse deles fornecer mais informações, serem mais atrativos.

    Muito certo está o Clemente que removeu a moderação do blog dele.

    • Anônimo

      Caro Ferdinand. Realmente pouca gente conhece as ferramentas de inovação sistemática. Pela minha experiência nos últimos anos, a utilização “turbina” a capacidade inovadora. Quem já é bom fica excelente. Quem é médio fica bom.

      No entanto, existe aspectos “psicológicos” que precisam ser considerados quando do uso das ferramentas. É preciso colocá-las na ordem correta, no contexto correto, etc.

      Quando decidi pelo modelo que daria ao meu site, decidi que a primeira página dele seria um “blog”, no lugar de oferecer meus serviços. Acredito que cria mais confiança.

      Abs
      Adriano

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